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o artista

Willian Ferreira, 30, é fotógrafo, realizador audiovisual e pesquisador. É licenciado em Filosofia, ex aluno do do Laboratório de Artes Visuais da Escola Porto Iracema das Artes, e mestre em Design da Imagem pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2024).

 

Em seu currículo, participou de diversos festivais e mostras nacionais e internacionais como o Festival Internacional Concreto de Arte Urbana, o Salão “Encontros de Agosto”, a Temporada de Arte Cearense no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e o 29º Cine Ceará - Festival Ibero-Americano de Cinema, onde foi indicado como realizador ao troféu Mucuripe de melhor curta metragem pela direção do filme “Onde Cidade é Comida,Saudade é Fome”(2019), e em 2023 foi responsável pela fotografia e pesquisa do fotolivro intitulado “Substrato - como inventar uma memória por meio das sobras?” do fotógrafo Lua Alencar, selecionado pelo Instituto Moreira Sales para edição 2023 da revista ZUM. 

 

Em 2024 participou na cidade do Porto da residência artística “Project Rooms”, organizada pela plataforma Ci.CLO, onde desenvolveu um portfólio físico e virtual para o projeto “A Medusa Voadora de Alfena”, indicado pela Bienal de Fotografia do Porto ao Photo- Match do Fotofestiwal em Lodz, Polónia.

PROJECTO "AS HISTÓRIAS QUE OUVI CONTAR" 2022
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Minha prática fotográfica investiga as relações e associações que envolvem a fotografia e tudo aquilo socialmente taxado como extraordinário, paranormal e sobrenatural, mas que, efetivamente, possui implicações sociais concretas no mundo dos vivos. Através da fotografia, investigo narrativas que tensionam as relações entre o documental e o ficcional, entre a imagem fotográfica e seu papel na construção e manutenção dos regimes de verdade. Meu interesse reside na capacidade da fotografia de transitar entre a ficção e a realidade, utilizando a imagem fotográfica e seu caráter de fiadora do real para evocar memórias e narrativas onde o insólito e o comum coexistem e se complementam. Havia quem acreditasse que a câmera fotográfica seria o dispositivo capaz de atravessar as fronteiras existentes entre o físico e o metafísico. Meu trabalho é uma forma de dizer que, de algum modo, esta é uma analogia que eu continuo a acreditar.

Willian Ferreira.

contacto

Vila nova de Gaia, Porto - PT

+351 934837118

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